Recentemente, estive no Brasil, mais concretamente em Natal (Rio Grande do Norte), tive a oportunidade, enquanto membro de uma delegação cabo-verdiana, de assistir ao encerramento de uma oficina de empreendedorismo do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio a micro e pequenas empresas). O derradeiro acto foi a passagem de um vídeo interessantíssimo feito por esta instituição, no qual o Hino Nacional do Brasil é interpretado, expressando a diversidade cultural do país. VALE A PENA VER AQUI.
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sábado, 15 de agosto de 2009
terça-feira, 6 de novembro de 2007
O Mercado do Sexo: A Fome Junta-se à Vontade de Comer
A Fome - Moça novinha (14….15….16…), roliça, com tudo em cima, cuja mãe não tem exemplo para lhe dar e nem moral para impor-lhe limites e cujo pai não se sabe ao certo quem é. A embalagem do seu produto é curta e transparente.
A Vontade de Comer – Homem de meia ou mais idade (55, 56, 57,…69….), reformado, cujas responsabilidades são “apenas” mandar a mesada para os filhos que estão a estudar fora e pagar a casa ao banco.
Oferece os seguintes condições:
1. Paga a renda do apartamento;
2. Financia a formação com várias possibilidades de escolhas (ISE, Piaget, UniCV, ISECMAR, etc);
3. Não dá mais do que uma ou duas por semana;
4. Banca fins de semana fora da cidade ou fora da ilha, a gosta da freguesa.
Como costuma dizer o Heavy H, ki tal?
A Vontade de Comer – Homem de meia ou mais idade (55, 56, 57,…69….), reformado, cujas responsabilidades são “apenas” mandar a mesada para os filhos que estão a estudar fora e pagar a casa ao banco.
Oferece os seguintes condições:
1. Paga a renda do apartamento;
2. Financia a formação com várias possibilidades de escolhas (ISE, Piaget, UniCV, ISECMAR, etc);
3. Não dá mais do que uma ou duas por semana;
4. Banca fins de semana fora da cidade ou fora da ilha, a gosta da freguesa.
Como costuma dizer o Heavy H, ki tal?
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
A MODÉSTIA
É recorrente em ateliers, workshops, conferências ou seminários (coisas que nós adoramos, diga-se de passagem), ouvir alguém pedir a palavra para dar a sua modesta contribuição ao debate.
Por vezes, fica difícil discernir se este expediente é para amortecer a crítica ou é hipocritamente utilizado para disfarçar a arrogância.
Enfim, expressões como modesta contribuição ou modesta participação me incomodam, pois penso que não é necessário qualificar estes actos. Bastaria só dizer: “Quero dar a minha contribuição”. Assim, chatos como eu não teriam queimar neurónios tentando entender a razão da auto-qualificação de actos, per se, cheios de significado e de atributos.
Por vezes, fica difícil discernir se este expediente é para amortecer a crítica ou é hipocritamente utilizado para disfarçar a arrogância.
Enfim, expressões como modesta contribuição ou modesta participação me incomodam, pois penso que não é necessário qualificar estes actos. Bastaria só dizer: “Quero dar a minha contribuição”. Assim, chatos como eu não teriam queimar neurónios tentando entender a razão da auto-qualificação de actos, per se, cheios de significado e de atributos.
A MÚSICA E A POLÍTICA: Análise Descontra
rA música dos Políticos
No Parlamento, a bancada da situação aponta o dedo à da oposição e esta devolve na mesma moeda. É sempre a mesma música.
A Política dos Músicos
Cada um por si e o Estado por todos.
Os Músicos e a Política
Muitos deles não gostam. Outros há que se preocupam com aspectos da política cultural desenvolvidos pelos governos local e central. No entanto, na maior parte das vezes, os olhos estão postos na percentagem do orçamento do Estado que vai para a Cultura, p’ra ver se desencalha do 1%.
Os Políticos e a Música
CD de Cesária Évora, ladeando o grogue, na bagagem para oferecer aos homólogos nas missões internacionais. Tota Lopi e Xibioti, antes e depois dos discursos nos comícios.
Os políticos na música
Há muitos que despem o casaco e se desembaraçam da gravata para agarrar o violão e soltar a voz (isto vale tanto para a situação quanto para a oposição). Alguns até levam-nos a questionar: será que não se saem melhor a cantar do que a fazer discursos?
Os músicos na política
Nunca acaba bem! Muitos dançam conforme e música, ou melhor, cantam conforme a dança, de lá para cá e de cá para acolá. Resultado final: a qualidade fica comprometida.
No Parlamento, a bancada da situação aponta o dedo à da oposição e esta devolve na mesma moeda. É sempre a mesma música.
A Política dos Músicos
Cada um por si e o Estado por todos.
Os Músicos e a Política
Muitos deles não gostam. Outros há que se preocupam com aspectos da política cultural desenvolvidos pelos governos local e central. No entanto, na maior parte das vezes, os olhos estão postos na percentagem do orçamento do Estado que vai para a Cultura, p’ra ver se desencalha do 1%.
Os Políticos e a Música
CD de Cesária Évora, ladeando o grogue, na bagagem para oferecer aos homólogos nas missões internacionais. Tota Lopi e Xibioti, antes e depois dos discursos nos comícios.
Os políticos na música
Há muitos que despem o casaco e se desembaraçam da gravata para agarrar o violão e soltar a voz (isto vale tanto para a situação quanto para a oposição). Alguns até levam-nos a questionar: será que não se saem melhor a cantar do que a fazer discursos?
Os músicos na política
Nunca acaba bem! Muitos dançam conforme e música, ou melhor, cantam conforme a dança, de lá para cá e de cá para acolá. Resultado final: a qualidade fica comprometida.
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