quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

“BRUMA SECA” E A AVENTURA SANTANTONENSE


Bruma Seca: Ulysses, Arlindo, Tey, Eu e o Nhelas


Já vai completar um ano que o Bruma Seca - assim entendeu Tey Barbosa chamar àquele agrupamento musical de circunstância - passou dias inesquecíveis por terras santantonenses. A convite da Câmara Municipal da Ribeira Grande, por intermédio do Arlindo (na foto), tocámos no Polivalente da Ponta do Sol, por ocasião das festividades do dia daquele Município (17 de Janeiro). A princípio, devíamos servir de grupo suporte ao Tcheka, mas como ele acabou por não viajar, assumimos as rédeas da situação. Tivemos também a oportunidade de apresentar algumas músicas num jantar oferecido pela Câmara Municipal na localidade de Ribeirão.

Mas o mais excitante da nossa estada ficou por conta dos momentos que vivemos em Ribeira da Torre, especialmente, com aquele cóld d’peixe no Tanque de Boca d’Fund e o concerto improvisado no Bar do Boi, que este achou por bem registar em CD e enviar-nos posteriormente.

De facto, nas crónicas sobre a sua Terra Natal, Paulino Dias não exagera ao referir-se à beleza da paisagem local, mas também, e em especial, à das suas gentes.

4 comentários:

kakabarboza disse...

Nhaku kinkoeto.
Muito criativo "Bruma Seca". Sou ciumento para com os bons ambientes criados por uma malta igual. O Tey deve ter inventado muitas anedotas por aí. Ele é gozão. Não duvido que produziram SOM MATXIKADU. Um kaninha sempre ta infuí malta... bo't'oiá. Bk

Djoyamado disse...

Acertaste em cheio. O Tey passou a "digressão" toda a inventar estórias.

Paulino Dias disse...

Alo, Djoy,

Agora fizeste-me agua na boca... Tocatina, passeio, cold de pexe, tanque de Boca de Fundo, bar do Boi...
Bem, vamos registar, quem sabe nao organizamos uma outra igual? Mas desta vez eu quero ser convidado, ok?

Um abracao, bro!

Paulino

kabarboza disse...

Eh pá... não me deixem ficar para trás. Txêr de bóff de lambique... oh k'ma el ta tomperâ gente. P.Dias ka bo sksse de mim..tá.
Um nhéks trix. Kb